quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017




CRIMES CONTRA A VIDA AUMENTAM E APAVORAM LAGOA DA PRATA.




22/02/2017
Assaltos a mão armada em plena luz do dia se tornam rotineiros, a sensação é que nem dentro de nossas casas estamos mais seguros.

Nos últimos 30 dias, foram duas mortes por arma de fogo, inúmeras ocorrências de furtos a residências e veículos, assaltos a mão armada em vários bairros de Lagoa da Prata; a sensação de que ninguém está seguro, parece tomar conta da população que tenta se proteger com grades, concertinas, cercas elétricas, câmeras de segurança, estamos nos presos em nossas casas e deixando em liberdade os bandidos.   


            CRIMES CONTRA A VIDA AUMENTAM E APAVORAM                         LAGOA DA PRATA.

Assaltos a mão armada em plena luz do dia se tornam rotineiros, a sensação é que nem dentro de nossas casas estamos mais seguros.

Com a lentidão de instalação do sistema “olho vivo” em nossa cidade, os crimes contra o patrimônio e a vida vem aumentando de forma assustadora e já surgem questionamentos da eficácia do monitoramento que se pretende no combate à criminalidade.

Com ordem de serviço dada no final de 2016, o processo de instalação das câmeras de segurança, se arrasta em um faz e desmancha que parece não ter fim  nem planejamento,  lá se vão quase 120 dias de implantação e já não encontramos quem se atreva a dizer;  quando? Como?  E com que eficácia estará funcionando; o certo é que a literatura sobre segurança pública, aponta o monitoramento de vias públicas, popularmente conhecido como “olho vivo”, como uma ferramenta de auxílio a prevenção e elucidação de crimes, porém sem um efetivo policial que o monitore e promova ações ostensivas a partir das imagens captadas pelas câmeras, se tornam apenas um enfeite, quando não um estorvo para o trânsito e motivo de piadas do cidadão.

Sabidamente por todos, e amplamente noticiado pela mídia local, o efetivo das Policias Civil (investigativa) e Militar (ostensiva) não é o ideal e nem o recomendável para garantir segurança à uma população de quase 50 mil habitantes, segundo o IBGE, a Guarda Civil Municipal, criada com o intuito de fortalecer as ações de proteção ao patrimônio e a vida, auxiliando as ações da Policia Militar, se encontra sucateada com mínimo de agentes e mau equipada, o que tem trazido desmotivação aos agentes, segundo relato deles.
Diante do triste quadro que descrevemos a criminalidade avança e passamos a fazer parte de uma estatística que nos apavora; explosão e roubo a agencia do Banco do Brasil, assaltos a casas lotéricas, assaltos a supermercados, postos de combustíveis, residências e ao cidadão, que não pode sequer andar pelas ruas sem temer a expressão comum daqueles que nos abordam, “perdeu!”, nos tornamos assim reféns do medo;

As Policias Civil e Militar, mesmo diante de tantos problemas de efetivo e logística, tem se esforçado e apresentado resultados positivos na elucidação de alguns crimes e recuperação de bens furtados, a ação ostensiva de “batidas policiais”, tem afastado alguns criminosos das ruas e trazido uma sensação maior de segurança, mais os assassinatos ocorridos no último mês, nos parece mostrar que o crime apenas mudou de lugar e se tornou mais violento.


É preciso ações mais enérgicas e rapidez da administração pública municipal, para fazer conter o avanço da violência; o aumento tão propagado durante campanha eleitoral do efetivo da Guarda Municipal, seu treinamento para uso de armas de fogo, ou outras armas de combate à criminalidade, nos daria o complemento que irá faltar ao sistema olho vivo, para que ele não se torne apenas marketing,  número suficiente de agentes de segurança, para monitorar a central de imagens e agir com eficácia na abordagem e acompanhamento de suspeitos. Triplicar o número de agentes da Guarda Civil Municipal e ostensivamente coloca-los nas ruas, em apoio e parceria com as Policias Civil e Militar, será com certeza um passo seguro para voltarmos a ter tranquilidade de andar pelas ruas de Lagoa da Prata.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017


LAGOA DA PRATA, SOB A AMEAÇA DA CAPINA QUÍMICA!







15/02/2017
PROJETO DE LEI DA PREFEITURA MUNICIPAL, QUER LIBERAR O USO DO GLIFOSATO PARA CAPINA NA ÁREA URBANA.

O Prefeito Municipal encaminhou a Câmara Municipal e já foi lido em plenário, projeto de lei  que legaliza o uso da substância química Glifosato, comercialmente conhecido como Roundup, Mata -  mato e outros nomes, a substância foi proibida pela Anvisa e tem seu comércio e uso restrito como praguicida na agricultura, a OMS – Organização Mundial de Saúde e a FAO – Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, também já haviam condenado o uso da substância por considera-la cancerígena e muitos países da União Europeia, já a baniram de seu território.
No Brasil, desde 2010, a ANVISA – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, PROIBE A CAPINA QUIMICA EM ÁREA URBANA, sendo esta proibição reforçada pela emissão de nova Nota Técnica de Nº 04 de julho de 2016.

9 - Reitera, ainda, que é proibida a capina química em ambientes urbanos de livre circulação (praças, jardins, logradouros etc.), em que não há meios de assegurar o adequado isolamento, ou seja, onde não é possível aplicar medidas que garantam condições ideais de segurança da população que reside ou circula.   (Gn).

Em Lagoa da Prata, desde o ano de 2011, a emissão de Lei Municipal 2001/2011, de autoria do Vereador Adriano Moreira, acompanhando a proibição da Anvisa, também proíbe a Capina Química na área urbana de Lagoa da Prata.

O que se pretende com a Proposta de Lei, que já se encontra na Câmara e pronta para ser votada, é a alteração do Art. 1º da referida lei, tornando legal a Capina Química, nas ruas e avenidas de nossa cidade.  

Se aprovada, estaremos regredindo em termos de Legislação Ambiental Municipal, ignorando as recomendações da Anvisa através da NT. 02/2016 e colocando em risco a nossa Saúde e o meio em que vivemos.

Alguns vereadores já se manifestaram favoráveis a aprovação da alteração na Lei.

Quer saber mais: acesse http://portal.anvisa.gov.br/documents/111215/117833/NOTA+T%C3%89CNICA+04-2016/c4e0f52c-47f2-403b-8ca6-c5c321c039cc



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017






UPA






UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO – UPA DE LAGOA DA PRATA, FUNCIONA DE FORMA IRREGULAR?

Desde que foi encerrado de forma UNILATERAL, os convênios entre a Prefeitura Municipal de Lagoa da Prata e a Fundação São Carlos, mantenedora do HSC – Hospital São Carlos, a UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO – UPA, funciona de forma irregular, os médicos que realizam o Sobreaviso ( atendendo as emergências cirúrgicas eletivas ) que eram contratados via convênio entre HSC e Secretaria Municipal de Saúde, não fazem mais o atendimento, uma vez que sem convênios entre Fundação e Prefeitura os serviços não estão mais sendo contratados pela Prefeitura junto ao Hospital.
Estão comprometidos serviços essenciais para a população como cirurgias de apêndice e até mesmo partos de emergências; quando derem entrada no sistema SUS pela UPA, estes procedimentos devem agora aguardar serem resgatados pela central de regulação do SUS e esperar vagas para serem transferidos para qualquer Unidade Hospitalar do estado.

Na última semana, a notícia de falta de medicamentos essenciais na UPA, também não nos surpreendeu, uma vez que boatos já circulam a respeito do fato, chegando notícia ao Ministério Público, de recorrentes pedidos de medicamentos feitos pela UPA ao HSC, que não tem obrigação legal de fornecer medicamentos a UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO que tem como gestor o Município de Lagoa da Prata, na figura do Prefeito Municipal e do secretário de Saúde.