NA
BATALHA TRAVADA ENTRE O HSC E A PREFEITURA MUNICIPAL, JÁ TEMOS UM PERDEDOR:
A SAÚDE PÚBLICA MUNICIPAL.
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Estamos “assistindo”, via imprensa local e
regional um verdadeiro cabo de guerra entre a Fundação São Carlos, que
administra o HSC e a Secretaria Municipal de Saúde, batalha essa onde apenas
a administração municipal, via secretário de saúde se manifesta, com a
alegação de que o HSC, não presta contas dos convênios assinados com o
município e é pouco transparente em suas ações, o Prefeito Municipal se nega
a assinar novos convênios com o Hospital, que por sua vez sem os recursos
pactuados com Lagoa da Prata, não consegue atender as chamadas Cirurgias
Eletivas e realizar outros atendimentos essenciais a população, como manter
o Sobreaviso de atendimento médico na UPA, que tem gestão municipal,
enquanto isso cirurgias já marcadas são remarcadas até que se resolva o que
nos parece ser apenas, fumaça para desviar um pouco o foco sobre as
investigações de possíveis irregularidades que pairam sob a gestão
municipal.
O Hospital São Carlos, é uma instituição
privada, filantrópica sob gestão estadual, classificado como hospital geral
nível III na rede resposta, atendendo a média complexidade.
Sob gestão estadual, presta contas
por obrigação constitucional ao Ministério público, que é seu curador.
não estando portanto subordinado a
administração pública municipal, mais sendo de extrema importância no
atendimento à saúde nos casos de
média complexidade, as alegações de descumprimento de metas
estabelecidas e de má gestão feitas pela administração municipal contra a
Fundação São Carlos, são facilmente contraditadas em documentos expedidos
pelo próprio secretário de saúde e pelos membros do Conselho Municipal de
Saúde, que aprovou TODAS as prestações de contas dos convênios, enquanto a
administração pública municipal, através de seu secretário, usa dos espaços
de mídia para levantar ilações contra o HSC, sua direção prefere manter o
silêncio, uma vez que o MP local, é possuidor de todas as informações
necessárias e solicitadas ao Hospital para entender o que se passa e sem
dúvida irá exercer o papel de mediador das relações entre HSC e Prefeitura,
para salvaguardar o direito constitucional de cada um de nós a SAÚDE PÚBLICA.
Nesta guerra de vaidades, cabe
lembrar ao poder público local que sua obrigação constitucional é fazer
SAÚDE PREVENTIVA (básica) e as reclamações de falta de medicamentos na
farmácia municipal, ausência de médicos e atendimento precário nos PSFs, são
rotineiros e vivemos assombrados pelo mosquito da dengue, pairando agora
sobre nós o retorno da febre amarela.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
NA BATALHA TRAVADA ENTRE O HSC E A PREFEITURA MUNICIPAL, JÁ TEMOS UM PERDEDOR: A SAÚDE PÚBLICA MUNICIPAL.
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